Auto Peças RJ – Notícias do mundo automotivo

10 de março de 2010

Uma Nova Fase Para os Seguros Automotivos

O Brasil vive hoje uma nova fase com as seguradoras de autos, a aquisição de seguros automotivos vem crescendo em velocidade constante e este foi um dos temas abordados no XIV Conec.

Confira agora uma matéria postada no site www.segs.com.br

A primeira parte do “Módulo Automóvel: Tendências e Expectativas”, apresentado durante o XIV Conec, trouxe o diretor-presidente da Bradesco Auto/Re, Ricardo Saad, que traçou o panorama atual da economia brasileira e apontou os desafios para corretores obterem sucesso nesse ramo, que está a cada dia mais concentrado e competitivo. A palestra aconteceu no dia 8 de outubro, no Auditório Armando Rebucci do Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo.
Segundo o executivo, o Brasil vive momento especial devido ao crescimento da indústria automobilística e evolução do mercado de seguros, num cenário que combina a melhoria de renda do brasileiro, a expressiva diminuição da taxa de desemprego, a ascensão de carros per capita e, em especial, a crescente demanda da nova classe C.

É nesse contexto que o Seguro de Automóvel cresceu 16% no primeiro semestre e, até o final do ano, a expectativa é superar os R$ 2 bilhões em prêmios. No entanto, há problemas a ser equacionados para manter a curva ascendente do Seguro de Automóvel.

Saad destaca como principal ponto de atenção a falta da cultura de seguro. “Apenas 26% da frota brasileira tem seguro”, reforçou. Além disso, o mercado continua voltado principalmente às classes A e B.

A competitividade no segmento, por sua vez, leva à diminuição do ticket médio, enquanto seguradoras e corretores devem responder com melhor gestão de processos e investimento em estrutura tecnológica, a fim de melhorar o atendimento e combater as fraudes. “No Brasil, estima-se que entre 10% e 15% das indenizações tendem a ser fraudulentas”.

O executivo ainda comentou a concorrência ilegal das cooperativas de proteção veicular, que devem ser combatidas com vigor pelo mercado, com apoio das entidades de classe.

Os desafios passam, assim, pela necessidade de entender melhor as prioridades dos consumidores, adequação da comunicação à nova classe C, investimento na cultura do seguro e na dinâmica dos processos, que devem ser  mais ágeis e transparentes.

Reposicionamento

Em seus comentários, o advogado Antonio Penteado Mendonça foi enfático ao dizer que “se o banco fala bem, é porque tudo vai bem, acreditem!”. Mas ele não deixou de apontar a concentração em seis grandes grupos – Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Caixa, Santander e HSBC – que vai levar a um reposicionamento das demais seguradoras.

“Algumas vão tentar atuar nacionalmente, mesmo sem rede de agências, outras vão concentrar negócios em regiões específicas. A segunda opção pode ser viável também, mesmo porque a Porto Seguro se projetou como referência no mercado, tendo um produto específico para um nicho específico, que é o estado de S. Paulo. Esse case de sucesso pode ser um modelo para as seguradoras que não contam com o balcão das agências”, concluiu.

Fonte: www.segs.com.br

Já o empresário Carlos Vianna, diretor do Portal Auto Peças RJ, tem uma opinião diferente sobre o assunto referente as Associações de Proteção Veicular, segundo o empresário as associações surgiram com o intuíto de facilitar a aquisição de um serviço de proteção veicular a classe menos favorecida que por sua vez só não adquire os serviços devido ao seu alto valor.

Ainda segundo o empresário, caso haja alguma ilegalidade por parte das Associações cabe aos órgãos responsáveis a devida avaliação e as devidas providências, contudo, já era esperado que as Seguradoras de Autosconsideradas como Gigantes no mercado nacional fizessem alguma pressão pois as mesmas estão assustadas com o grande indice de adesão por parte da classe C, todavia, devemos levar em conta que, o público atingido pelas Associações é exatamente o público que jamais teria condições de adquirir um seguro automotivo convencional e por isso as seguradoras não precisam temer tanto pois já possuem o seu consumidor fidelizado.

Vale ressaltar que, caso o consumidor tenha intenção de fazer a proteção veicular, o mesmo deve observar qual a associação que oferece as melhores condições e jamais fechar um negócio sem antes visitar a associação de proteção veicular escolhida. Hoje no mercado carioca existem cerca de cinco associações, porém, entre elas destaca-se uma das que mais cresce no mercado, a associação de proteção veicular PISOM, localizada no Polo Cine e Vídeo daBarra da Tijuca.

 

 

Rioparts – Feira Internacional da Indústria de Autopeças e Reparação Automotiva

A Rioparts – Feira Internacional da Indústria de Autopeças e Reparação Automotiva é um evento do típico Salão do Automóvel. Enquanto o segundo prioriza os lançamentos e os carros conceitos das grandes montadoras o primeiro tem como objetivo reunir toda cadeia produtiva por trás do mercado automobilístico. Ainda, em uma delas a maioria dos visitantes são curiosos sobre o assunto e no outros seu público alvo são pessoas jurídicas como donos de autopeças, mecânicas, revendedores de automóveis e vários outros.

A organização no intuito de melhorar as relações comerciais montou três atividades paralelas o Salão de Pesados, Salão de Motopeças e Salão de Tunning Acessórios. Em 2009, edição anterior, a feira conseguiu com 220 expositores, sendo aproximadamente 25% empresas estrangeiras, gerar 30 milhões de reais em negócios. As atividades de divulgação dos realizadores conseguiu trazer em torno de 20 mil pessoas do estado do Rio de Janeiro e estados próximos. Para 2010, o evento será realizado de 25 a 28 de agosto de 2010 no Rio Centro na cidade do Rio de Janeiro – RJ. Para fazer sua inscrição acesse o site http://www.feirarioparts.com.br.

Fonte : Blog Eventolândia

Honda City brasileiro é lançado no México com preço inicial de R$ 25.800 – Como é possível?

A Honda lança no México o novo City. O sedan brasileiro, produzido na fábrica da Honda localizada em Sumaré – SP, chega ao mercado mexicano com apenas duas importantes diferenças: a primeira é a entrega mais equipamentos desde a versão de entrada e a segunda é o preço equivalente a menos da metade do cobrado no Brasil.

No México, todas as versões são equipadas com freios à disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, ar condicionado além dos vidros, travas e retrovisores elétricos. O motor é o mesmo que equipa a versão vendida no Brasil, ou seja, um 1.5 litro que entrega 116 cv de potência.

Por lá, a versão de entrada será oferecida por 197 mil pesos mexicanos, o que equivale a cerca de R$ 25.800. No Brasil, o City LX com câmbio manual (versão de entrada) que não conta com freios ABS, tem preço sugerido de R$ 56.210.

Mesmo lembrando que Brasil e México possuem um acordo comercial que isenta a cobrança de impostos de importação, fica a pergunta: Como é possível um carro fabricado no Brasil ser vendido, com lucro, por menos da metade do preço em outro país?

Fonte : Carplace  -  Sua revista online

DO ESCAPAMENTO PARA O ORGANISMO

(23-03-10) – A indulgência governamental, permissiva quanto a veículos em estado inadequado em nossas vias, não apenas provoca mortes desnecessárias em função dos acidentes causados. Carros velhos, desregulados e sem sistemas modernos desenvolvidos para minimizar a emissão de poluentes também matam aos poucos, no longo prazo.

É o que vem sendo cada vez mais comprovado por estudos ao redor do mundo, que procuram identificar os danos ao organismo humano e também ao meio ambiente, provocados pela poluição. Segundo Henrique Naoki Shimabukuro, diretor de meio ambiente da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), cerca de 60% da poluição produzida é decorrente da ação dos veículos. Um problema de dimensões trágicas, se você pensar que, numa cidade grande como São Paulo, algo em torno de 12 mil mortes/ano são atribuídas à poluição, direta ou indiretamente.

Para nos aprofundar na questão dos poluentes e sua ação sobre os seres humanos, a REVISTA CESVI entrevistou o doutor Shimabukuro. Sua entidade, que apoia o CESVI em uma série de iniciativas voltadas para a segurança do trânsito, é a referência máxima no País quando se trata de relacionar saúde e automóvel.
Qual a relação entre carros antigos e mal conservados e a poluição das grandes cidades?

O fato de termos hoje veículos flex, criando uma opção maior para o uso do álcool, é positivo para o meio ambiente?

Quais as novidades no estudo de como os poluentes dos carros afetam nossa saúde?

Como esses produtos são gerados pelo carro?

Então provocam outros tumores, além do de pulmão?

Que outros danos são provocados pelas dioxinas?

Quais os outros problemas ligados à falta de manutenção preventiva dos veículos?

O correto é procurar um posto especializado?

Fonte: Web Motors


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